A crise na segurança pública do Distrito Federal já não pode mais ser tratada como um problema isolado — ela é reflexo direto de escolhas políticas e financeiras equivocadas. Os prejuízos acumulados nas operações entre o BRB e o Banco Master levantam questionamentos graves sobre prioridades: enquanto recursos bilionários entram em operações controversas, falta investimento efetivo na ponta, onde a população mais precisa — a segurança.
O pré-candidato ao GDF, José Roberto Arruda, classificou o momento como “#CriseMaster”, expondo o sentimento crescente de insegurança e descontrole. A crítica ecoa nas ruas: aumento da criminalidade, sensação de abandono e um governo mais preocupado com articulações financeiras do que com a proteção da população.
Brasília já foi referência nacional em segurança. Hoje, vive o oposto. E a pergunta que fica é simples: até quando a conta dessa má gestão será paga pela população?
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