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O castelo de ilusões de Celina Leão começa a desmoronar AGIR e PL podem abandonar o Buritinic

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O cenário político no Distrito Federal dá sinais claros de desgaste acelerado da base da governadora Celina Leão. Após o PL indicar que pode não caminhar ao seu lado, agora é o AGIR que se prepara para abandonar um governo que, a cada dia, demonstra mais fragilidade e isolamento. O Palácio do Buriti, antes tratado como vitrine de articulação, hoje se aproxima de um naufrágio político evidente.

A data de 23 de abril, às 13h30, pode se tornar um marco decisivo, com o julgamento envolvendo Celina Leão e aliados na operação DRACON — um episódio que adiciona ainda mais pressão a um governo já combalido.

Nos bastidores, o rompimento com o AGIR é tratado como questão de tempo. O partido, que esteve ao lado do grupo desde a gestão de Ibaneis Rocha, agora reclama de portas fechadas, promessas ignoradas e um silêncio político que beira o desprezo. A decisão deve partir da cúpula nacional, cansada de esperar por um diálogo que nunca acontece. Ainda há uma tentativa tímida de reaproximação, mas a paciência está no limite.

O desgaste não é de hoje. A saída da deputada Jaqueline Silva, em 2023, já havia exposto a fragilidade das alianças construídas. Na ocasião, acordos foram simplesmente deixados de lado, reforçando a percepção de que compromissos políticos têm sido tratados com descaso.

Dentro da Câmara Legislativa, o diagnóstico é duro: Celina Leão se afastou dos próprios aliados e demonstra pouca disposição para manter pontes que foram essenciais para sua ascensão. O que antes era articulação política, hoje é visto como frieza, distanciamento e falta de transparência. Para muitos, não se trata mais de ruído — mas de uma ruptura anunciada.

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