O avanço de José Roberto Arruda nas pesquisas e a forte receptividade nas ruas explicam a reedição de ataques previsíveis e narrativas já gastas por seus adversários. Não é preocupação com o passado: é incômodo com o presente.
Arruda não possui qualquer impedimento jurídico, está plenamente elegível e amparado pelas mudanças na legislação, como a nova Lei de Improbidade e o limite máximo para inelegibilidade. O discurso do “inelegível eterno” virou apenas um recurso retórico de quem perdeu o controle do tabuleiro.
A filiação ao PSD, com o apoio direto de Gilberto Kassab, confirmou o que as pesquisas já mostram: Arruda voltou ao centro do jogo político do DF. Com mais de 30% das intenções de voto em cenários de primeiro turno, ele segue competitivo — e perigoso para quem apostava em seu desaparecimento eleitoral.
No fim, o barulho contra Arruda não é justiça nem memória. É medo. Quando um nome cresce, incomoda. E Arruda voltou a incomodar.

