Início#DESTAQUEArruda assume liderança e o desespero bate no Buriti

Arruda assume liderança e o desespero bate no Buriti

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Janeiro já entra para os bastidores da política local como o mês da virada. José Roberto Arruda começa o ano assumindo a liderança nas projeções eleitorais, movimento que acendeu o sinal vermelho no Palácio do Buriti e espalhou tensão pelos corredores do poder.

Segundo relatos de fontes palacianas, o avanço de Arruda é apontado como o principal fator por trás da recente onda de exonerações no Executivo e do aumento do arrocho político sobre deputados distritais. A ordem é clara: fechar fileiras, enquadrar aliados e eliminar qualquer foco de dissidência que possa ampliar o desgaste do governo.

Parlamentares governistas, muitos deles já fragilizados junto às bases, passaram a se curvar às exigências do Buriti para manter cargos, emendas e espaços administrativos. O clima é de medo e submissão, enquanto o governo tenta, a qualquer custo, estancar a sangria política provocada pela perda de protagonismo.

Para piorar o ambiente, uma nova analise já está pronta e deve ser divulgada até a próxima semana. Os números ainda circulam apenas de forma reservada, mas o suficiente para azedar de vez o clima no Buriti. Nos bastidores, a leitura é de que os dados confirmam a virada no cenário político e ajudam a explicar o nervosismo crescente no núcleo do governo.

Nos corredores do poder, a avaliação é direta: quando o adversário cresce, o governo encolhe. E o desespero que hoje ronda o Buriti é o reflexo de um projeto que perdeu o controle da narrativa e agora tenta se sustentar mais na pressão do que na liderança.

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