Início#BRASILEXCLUSIVO: PGR MINUTA PRISÃO DE IBANEIS ROCHA POR LAMAÇAL NO CASO BRB-MASTER!

EXCLUSIVO: PGR MINUTA PRISÃO DE IBANEIS ROCHA POR LAMAÇAL NO CASO BRB-MASTER!

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Governador do DF é o próximo alvo da “faxina” no sistema financeiro; depoimento de Daniel Vorcaro revela reuniões clandestinas em mansão e defesa feroz de esquema bilionário.

 

BRASÍLIA – O Palácio do Buriti treme. Fontes de altíssimo escalão na Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmam que a cúpula do órgão já trabalha na minuta de um pedido de prisão preventiva ou, no cenário mais brando, de medidas cautelares gravíssimas — incluindo o afastamento imediato do cargo — contra o governador Ibaneis Rocha. O motivo? O envolvimento umbilical de Ibaneis na tentativa de salvar o Banco Master com dinheiro público do BRB, em uma operação que cheira a queimado desde o primeiro dia.

O “Almoço dos Bilhões”: Vorcaro Abre o Bico
O castelo de cartas começou a ruir com o depoimento bombástico do banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal. Vorcaro, que já experimentou o gosto amargo da prisão domiciliar, não hesitou em entregar a frequência de seus encontros com o governador. Segundo o banqueiro, ele foi recebido na residência oficial de Ibaneis Rocha para tratar diretamente da venda do Master ao BRB.

Enquanto Ibaneis tenta emplacar a versão pífia de que “entrou mudo e saiu calado” de um almoço na casa do banqueiro, Vorcaro confirmou à delegada Janaína Palazzo que o tema central das conversas era, sim, a engenharia financeira para injetar bilhões no Master. A PGR vê nessas reuniões fora da agenda oficial a prova de uma promiscuidade criminosa entre o regulador e o regulado.

A Defesa Feroz do Indefensável
Ibaneis Rocha não foi apenas um espectador; ele foi o fiador político do esquema. Em diversas ocasiões, o governador veio a público minimizar o rombo bilionário e as irregularidades apontadas pelo Banco Central. Chegou ao desplante de classificar a negativa da compra do Master pelo BRB como um “transtorno para o sistema financeiro”, ignorando que a operação serviria apenas para limpar o balanço de um banco privado com o suor do contribuinte brasiliense.

“Ibaneis defendeu o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, com unhas e dentes, chamando crimes de gestão de ‘excesso de confiança’. No dicionário do governador, corrupção parece ser sinônimo de otimismo”, ironiza um investigador da PGR.

Interferência e Obstrução: O Desespero do Buriti

A peça que a PGR está montando detalha tentativas sistemáticas de Ibaneis de interferir nas investigações. O governador teria usado sua influência política para tentar blindar aliados no BRB e pressionar órgãos de controle locais a fazerem vista grossa para as aplicações de “papéis podres” do Master na carteira do banco estatal.

A interferência não parou por aí. Relatórios de inteligência indicam que o entorno de Ibaneis monitorava os passos da Polícia Federal, tentando antecipar movimentos que pudessem atingir o núcleo duro do governo. Para a PGR, a liberdade de Ibaneis representa um risco real à instrução criminal e à ordem pública.

O Fim da Linha

Com o avanço do inquérito no STF e a quebra de sigilos que revelam um fluxo financeiro suspeito, a situação de Ibaneis tornou-se insustentável. O governador, que já foi afastado uma vez após o 8 de janeiro, agora enfrenta um fantasma muito mais letal: o de ser o protagonista de um dos maiores escândalos de corrupção bancária da história recente do país.

A PGR aguarda apenas a consolidação de dados cruzados da quebra de sigilo bancário para protocolar o pedido no Supremo. O tom nos bastidores é de que “não há mais espaço para panos quentes”. Se Toffoli é o alvo político, Ibaneis é o alvo jurídico imediato. O Buriti nunca pareceu tão pequeno diante da sombra da Papuda.

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