Início#SEGURANÇA PÚBLICAPCDF deflagra Operação Shadow Shark e prende indivíduo por lavagem de dinheiro

PCDF deflagra Operação Shadow Shark e prende indivíduo por lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV), vinculada à Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), deflagrou, nesta segunda-feira (11), a Operação Shadow Shark. A ação resultou na prisão em flagrante de um homem investigado pela prática do crime de lavagem de dinheiro. A investigação foi iniciada a partir de denúncia encaminhada à especializada.

As diligências desenvolvidas pela equipe policial apontaram a possível utilização de contas bancárias de terceiros para movimentação, ocultação e dissimulação de recursos de origem ilícita, mediante saques e transporte de grandes quantias em espécie. A partir do aprofundamento investigativo, os policiais civis passaram a monitorar o suspeito, morador do Sudoeste/DF, desempregado e sem comprovação de renda compatível com os valores movimentados.

Durante a operação, os investigadores acompanharam o indivíduo até uma agência bancária localizada na Asa Sul. Ele foi abordado logo após deixar o estabelecimento transportando aproximadamente R$ R$ 1 milhão em espécie.Segundo apurado, o investigado teria cedido sua conta bancária para o recebimento e movimentação dos valores, permanecendo com cerca de 4% da quantia como forma de remuneração pela operação financeira. Em depoimento, afirmou desconhecer a origem dos recursos, embora tenha admitido participação na movimentação do numerário.

Além da elevada quantia apreendida, os policiais civis recolheram o celular e outros objetos de interesse investigativo, os quais serão submetidos à análise técnica e pericial, mediante autorização judicial, visando aprofundar as investigações, rastrear o fluxo financeiro e identificar possíveis coautores e beneficiários do esquema criminoso. As apurações preliminares indicam dinâmica típica de ocultação e dissimulação patrimonial, compatível com práticas de lavagem de capitais, especialmente diante da incompatibilidade financeira apresentada pelo investigado, da ausência de comprovação lícita da origem dos recursos e da utilização de mecanismos destinados a dificultar o rastreamento do dinheiro.

Diante do fato, a autoridade Policial deliberou pela lavratura do auto de prisão em flagrante pelo crime de lavagem de dinheiro. Em razão da pena máxima superar quatro anos de reclusão, não foi arbitrada fiança (nos termos do Código de Processo Penal).O preso permanece à disposição da Justiça e será submetido à audiência de custódia. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, eventuais organizações criminosas relacionadas e a origem dos recursos movimentados.

A PCDF reafirma seu compromisso no enfrentamento qualificado aos crimes financeiros e à lavagem de capitais, destacando a importância da atuação integrada de inteligência, análise financeira e investigação patrimonial no combate às estruturas criminosas voltadas à ocultação de recursos ilícitos.

 Assessoria de Comunicação/DGPC
PCDF, excelência na investigação!





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